Em escritório pequeno, a gestão financeira costuma viver em planilha — até o volume crescer e o sócio descobrir que ninguém sabe o que está em aberto.
O mínimo que precisa existir
- Contrato ou proposta com valor e forma de pagamento
- Parcelas com vencimento e status
- Vínculo ao cliente (e ao processo, quando fizer sentido)
- Visão do que venceu e do que vence na semana
Sem esses quatro pontos, cobrança vira improviso.
Separe faturamento de caixa
Faturar não é receber. Acompanhe:
- Honorários contratados
- Parcelas emitidas
- Parcelas pagas
- Inadimplência e follow-up
Isso evita a ilusão de “mês bom” com boleto em aberto.
Defina papéis financeiros na equipe
Em 3 a 5 pessoas, combine quem:
- Emite e registra parcelas (secretaria)
- Negocia e aprova condições (sócio/advogado)
- Acompanha inadimplência (secretaria + sócio)
Permissões claras evitam que todo mundo mude valor e ninguém cobrem.
Ritual de caixa (semanal)
Toda semana, 15 minutos:
- Parcelas vencidas
- Vencimentos dos próximos 7 dias
- Casos sem contrato formalizado
- Honorários de êxito pendentes de marco
Do financeiro ao cliente
Quando o cliente vê no portal o que foi combinado e o que está pendente, cai a atrito de cobrança e sobe a clareza da relação.
Próximo passo
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