Trocar de ferramenta sem método gera a pior sensação possível: “o sistema novo está pior que a planilha”. Na maior parte dos casos, o problema foi implantação, não produto.
Fase 1 — Diagnóstico (antes de migrar tudo)
- Quantos usuários vão entrar no dia 1?
- Quais dados são críticos (clientes, processos, contratos)?
- Quais canais de atendimento precisam continuar?
- Quem será o owner da implantação?
Fase 2 — Escopo do go-live
Não tente migrar o universo no primeiro dia. Escolha um núcleo:
- Clientes ativos
- Processos em andamento
- Agenda dos próximos 30 dias
- Contratos/parcelas em aberto
O restante entra em ondas.
Fase 3 — Papéis e permissões
Antes do time inteiro entrar:
- Defina papéis (owner, advogado, secretaria, estagiário)
- Teste o que cada um vê
- Ajuste overrides pontuais
Permissão errada no dia 1 gera desconfiança imediata.
Fase 4 — Treinamento curto e aplicado
Treine no fluxo real do escritório:
- Lead → cliente
- Processo → prazo → tarefa
- Atendimento → registro
- Honorário → parcela
Evite treinamento genérico de “todos os botões”.
Fase 5 — Go-live e suporte
- Escolha uma data
- Pare de alimentar a planilha paralela no mesmo dia
- Faça uma revisão após 7 e após 30 dias
Checklist resumido
- Owner nomeado
- Núcleo de dados definido
- Papéis configurados
- Treinamento por fluxo
- Data de corte da planilha
- Revisão pós go-live
Para operações maiores, o Ultimate prevê conversa sobre migração e implantação. Compare capacidade nos planos ou agende contato.